CRÍTICA DE FILME: EM PEDAÇOS

Em Pedaços, o filme escolhido pela Alemanha para a representar no Oscar, e não é para menos já que a atriz Diane Kruger garantiu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, com a sua representação magnífica em uma história de luto tão concisa e forte que destaca a grande atuação de Kruger.

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O filme nos mostra a família de Katja e como a mesma foi devastada e destruída quando uma bomba é deixada em frente ao escritório de seu marido fazendo com que ele e seu filho moram imediatamente durante a explosão. No decorrer do filme, acompanhamos uma protagonista passando pelas diversas fases do luto enquanto uma investigação policial tenta decifrar o porquê do atentado e quem está por trás daquela tragédia. 

Dividido em três atos, acompanhamos o processo de cura psicológica de Katja, assim como sua luta por justiça com relação ao que foi feito com sua vida. Mesmo com as partes paradas do filme, a atuação da protagonista nos envolve de forma tão sequencial que nos faz ficar ligados na trama do inicio ao fim.

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No geral, Em Pedaços conta com uma atuação que supera todas as expectativas e que, sem ela, não iriamos conseguir nos envolver tanto na trama mesmo com seu roteiro de suspense e drama tão bem definidos e estudados por Fatih Akin. Um filme que vale a pena ser visto, entendido e conversado. Que fala sobre as mãos atadas de uma justiça que afeta todo o mundo a nossa volta.

Conseguimos entender ainda melhor o porque do filme ter sido escolhido para o Oscar desse ano pelo seu pais e, por mais que não tenha sido ganhador, merecia ser recebido todo o mérito e visibilidade como tal. Em Pedaços, merece ser assistido de forma doce; com lágrimas nos olhos e sangue quente no coração.

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