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ENTREVISTA MD: CAROL DIAS

Boa tarde pessoal! Hoje é dia de ENTREVISTA MD!
Então vem com a gente conhecer a encantadora CAROL DIAS, que vai nos contar um pouco sobre ela e seus sonhos em forma de livros!


Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo.            Isaías, 43

Maravilhosas Descobertas: Oi Carol, seja muito bem-vinda! Eu sempre começo perguntando sobre o autor, como que você teve essa grande iniciativa de virar escritora e tudo mais, mas hoje eu quero tanto falar sobre Clichê que vou deixar para a segunda pergunta. Carol, conta para a gente como foi escrever Clichê e quais foram os principais desafios para você?
Carol: Oi, gente. Escrever "Clichê" foi um processo longo para mim. Primeiro de tudo, Clichê era uma fanfic, que demorou horrores para ser escrita, porque eu estava em um período mega puxado na faculdade. Perdi as contas de quantas vezes eu escrevi durante a aula, porque não tinha tempo em casa. Então, quando estava chegando no final da fanfic, fui convencida pelas minhas amigas/leitoras de transformar a história em livro. Aí foi outro longo processo de revisão para dar mais profundidade aos personagens, corrigir furos e transformar a história no que ela é hoje. O maior desafio, além do tempo, provavelmente foi me desvincular dos personagens da fanfic, porque eu já escrevia há anos com eles e muita coisa mudou.

Maravilhosas Descobertas: Ok. Agora sim... sobre você. Como foi a decisão de começar a escrever? Conta um pouco sobre você para a gente.
Carol: A decisão de escrever não foi difícil. Nem foi uma decisão, na verdade. Eu escrevo desde pequena, desde que aprendi a escrever, provavelmente. Eu aprendi a ler com os gibis da Turma da Mônica, então a leitura sempre esteve presente na minha vida. Escrever, então, foi um processo muito natural. Eu comecei escrevendo contos e histórias bobas, depois no ensino fundamental passei a escrever sobre o que eu queria viver na escola, com meus amigos... Até que conheci as fanfics em 2010. Começou como brincadeira, mas fui levando a sério, melhorando minha escrita e aprendendo sobre. Hoje, não consigo mais largar.

Maravilhosas Descobertas: E a gente sabe que é muito complicado ser escritora no Brasil. Por mais que já tenha crescido muito a aceitação dos leitores, ainda temos muito preconceito. Então, como você imagina sua carreira de escritora daqui a 5 anos?
Carol: Minha meta é que a escrita seja a minha profissão principal. Quero ser escritora e mais alguma coisa, não o contrário. Por isso, não sei se daqui a cinco anos vou conseguir me sustentar com meus próprios livros, mas não vou descansar até conseguir realizar esse sonho. Demore um, dois, ou vinte anos.


Algumas pessoas merecem muito de nós, porque dão muito de si. Outras querem muito de nós, mas não estão dispostas a dar nada de si. – Clichê

Maravilhosas Descobertas: Confesso que sou apaixonada pelos personagens principais de Clichê, mas para mim quem rouba a cena sempre que aparecem, são os dois pequenos, Dorian e Ally. Conta, eles são inspirados em alguém? Diz que sim e que eu posso agarrar eles um dia!
Carol: Não! (risos) Eu sou muito apaixonada por crianças, é verdade, mas não tenho nenhum sobrinho, filho ou primo pequeno. Eu adoro escrever personagens infantis e acho que vou colocar pelo menos um em cada livro que escrever. Eu sou catequista na minha igreja, então tirei algumas atitudes e características da turma que eu estava ensinando naquela época, mas não me inspirei em nenhuma especificamente. Mas, bem que eu queria! Adoraria ter um Dori e uma Ally para apertar.

Maravilhosas Descobertas: Bom, ai a gente tem Inversos, que é o segundo livro da série Clichê. Esse eu ainda não consegui ler, mas sei que ele segue o ritmo e fala bastante sobre perdas e superação. Como surgiu a idéia da história de Carter Manning, que é o irmão super lindo e ricão do Killian.
Carol: Para explicar o Carter, eu tenho que voltar à fanfic. (risos) Eu sempre escrevi fanfics com os Jonas Brothers e, quando eu comecei a pensar em Clichê, a banda tinha acabado de se desmanchar. Quem acabou com a banda foi o Nick e eu fiquei muito chateada, irritada por conta disso. Até hoje tenho uma raivinha básica dele por ter terminado a minha banda favorita. Como eu me sentia assim sobre ele, resolvi descontar a minha raiva no personagem, então o Carter, que era o Nick Jonas, se tornou um egocêntrico babaca que todo mundo odeia. Em "Inversos", a gente vai ver um pouco mais de profundidade no personagem e passar a gostar (ou não) dele.

Maravilhosas Descobertas: Quantos livros a série vai ter? E você já está escrevendo? Como você pensa em Clichê futuramente e como anda sendo a aceitação do público para a história?
Carol: É uma trilogia, então a gente fecha a série no ano que vem, com a história do Jayden e da Camila. Não, não estou escrevendo ainda. Eu tenho um outro livro para finalizar ainda esse ano e entregar para a editora, então só começo a escrever o terceiro no ano que vem. Clichê foi minha estreia no mercado editorial, então eu não esperava nada. Nem que seria um sucesso absoluto, nem que seria um fracasso. Eu fui sem expectativas, só na torcida para que desse certo. Então, eu acho que a aceitação que estou tendo é bem positiva. Acho que é um processo e a cada livro da série, mais pessoas poderão conhecê-la. Eu tenho muito orgulho do que escrevi até aqui e tenho esperança de que os próximos fiquem ainda melhores.



O estar apaixonado que não queríamos admitir. O cuidado extra que tínhamos um com o outro. É sentir-se em casa apenas quando estamos juntos, seja em que cidade ou país estivermos. – Inversos

Maravilhosas Descobertas: Tirando "Clichê", você tem algum outro livro ou está trabalhando em algum novo projeto?
Carol: Estou o tempo inteiro trabalhando em novos projetos, porque tenho muitas ideias. Por enquanto, eu tenho um conto na Amazon chamado “6 Paradas do Destino”. Fala de um cara, o Eric, que vai a uma entrevista de emprego e acaba chamando a entrevistadora, a Thaísa, para sair. É curtinho, mas eu adoro a história, adoro o Eric e acho que as pessoas vão gostar também. Na Bienal, lanço a segunda edição do "Love Is In The Air", onde tenho um conto chamado "Odeio Paris”. Nele, conto a história do Rodrigo e da Manuela. Os pais da Manu mandam ela para uma viagem de um ano pela Europa, para ela ganhar experiências diferentes. A primeira cidade que ela visita é Paris, onde Rodrigo, que é filho de uns amigos do pai dela, mora e ele fica de guia turístico dela.

Mensagem para os leitores: Muito obrigada por todo o carinho e atenção. E para finalizar gostaria que você deixasse uma mensagem para nós seus leitores.
Carol: Muito obrigada por lerem a entrevista até aqui, por acompanharem o Maravilhosas Descobertas e por incentivarem a literatura nacional. Nós somos mais felizes porque vocês nos dão a oportunidade de compartilhar nossos sonhos com vocês.

Ping-Pong com Autor:
Amor – família.
Destino – só Deus sabe.
Ler – um dos maiores prazeres da vida.
Amizade – poucas, mas valiosas.
Escrever é... uma aventura.

Redes Sociais do Autor: Instagram | Facebook | Skoob 

Obrigada Carol pelo carinho, pela entrevista e por nos presentear com suas lindas histórias!!! 

Bom pessoal, espero que tenham gostado e curtido a entrevista. 

Comentem, e compartilhem com as amigas e amigos.

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Obrigada pela atenção. Assim que possível estarei respondendo :)

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