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GAIA 2030, ALDEFRAN MELO

Aldefran Mello nos traz uma grande crítica social acerca da necessidade absurda que a população desenvolveu pela tecnologia e, de como a mídia pode influenciar de maneira doentia na forma de pensar das populações as quais ela se volta. 


O homem de tanto usufruir da natureza e fazer dela o que bem entender acaba por consumí-la a ponto de esgotá-la completamente restando somente um pedaço da Floresta Amazônica que é cedida aos Estados Unidos como pagamento por uma anistia de guerra. Neste contexto, com o mundo em guerra e os Estados Unidos sem credibilidade por terem destruído os países árabes em sua sede por poder surge um grupo revolucionário que tenta impedir a venda da Amazônia.

O livro dá um salto para 2030 em um mundo mais devastado do que em 2015 quando a narrativa tem inicio mostrando um mundo comandado pela inteligencia artificial de um certo barão que manipula não somente as religiões existentes nesta época mas como todas as mídias sociais vigentes, comandando a raça humana da pior maneira possível e da única em que ela não se imaginava sem.



A capa do livro ficou coesa ao seu enredo levando o leitor à imaginar que a mesma representa a nossa Terra no ano de 2030. A diagramação deixou um pouco a desejar devido ao tamanho das letras ser um pouco grande demais e, as vezes, um pouco confusa em certas passagens do enredo; tendo a página inicial de cada capítulo feita de forma limpa e simples. Sem contar com algumas ilustrações no decorrer do livro que destacam algumas cenas do enredo, algumas delas feitas pelo próprio autor.



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