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A MENINA QUE TINHA DONS, M.R CAREY


A menina que tinha dons me ganhou na primeira página, Melanie consegue fazer com que todos torçam pela sua vitória, mesmo  que isso signifique a desgraça de milhões de pessoas.

Foi o fungo Ophiocordyceps que causou a nossa desgraça dessa vez, ele ataca o cérebro do hospedeiro e o deixa com uma fome insaciável por carne, de preferência carne humana, é claro. Os hospedeiros perdem sua capacidade de pensar e sentir como um ser racional e passam a ficar em estado de inércia até que sejam despertados pelo cheiro do alimento ou então por algum barulho, simplificando, eles passam a existir para alimentar o fungo.

Essa teoria se sustenta até que crianças como Melanie sejam encontradas, apesar de elas terem os sintomas dos infectados conseguem pensar e se comunicar, essas crianças são colocadas em uma base militar e começam a ser estudadas como bases para uma possível cura. Os que estão de frente da pesquisa vêem as crianças como monstros e cobaias descartáveis, a única que realmente as enxerga como seres humanos é a Professora Helen, que nutre um sentimento especial por Melanie.


Quando a base é atacada por Famintos e Lixeiros- infectados e seres humanos que vivem nas ruas- Melanie foge com a Professora Helen, a Dra. Calwelll que tentou mata-lá, o sargento Parks, que também tentou mata-lá, e o soldado Gallagher. Eles estão incertos sobre o destino e tentam sobreviver nas ruas infestadas de Famintos.

O livro é narrado na terceira pessoa e a perspectiva é intercalada entre cinco personagens, eu gosto do recurso e consegui entender melhor toda a ideia da narrativa dessa forma. Os parágrafos são curtos e a linguagem é clara, pode ser considerado um livro de leitura rápida, apesar de ter mais de duzentas páginas.

M.R Carey sabe como destroçar um coração, ele foi frio e calculista, talvez a personalidade do autor se iguale a da Dra. Caldwell, umas das personagens do livro, a questão é que no final, a sobrevivencia da humaninda é o que importa, nada mais. O desfecho me deixou abalada, chorosa e me fez desejar que eu nunca tivesse pego o livro para ler, então sim, eu super recomendo!

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