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PRIMEIRAS IMPRESSÕES: É Proibido Sorrir


Baingani vive há século num sistema, a Política Vermelha manda e ponto final. Mas embaixo da sua cidade, embaixo da Praça Vermelha que já viu tanto sangue, embaixo das pessoas que já ouviram tantos gritos de tortura, se encontram os túneis. Túneis tão secretos quanto seus donos e a origem das Políticas. E são nesses túneis que se encontram as respostas. É em cada símbolo azul, que se encontra a resistência que lutará pela liberdade. De 212 páginas, li até a 14, onde sua curiosidade pelo final só aumenta mais ainda.

Em um mundo onde homens lideram, o que você fará? O que fará quando está confinado à uma Política Vermelha, onde o mais simples ato de sorrir é completamente proibido?


É Proibido Sorrir da autora Esther Lya Livonius, escritora de A Marcha dos Javalis, nos trás agora uma distopia bem instigante. O livro começa confuso mas logo começa a desnuviar e a te puxar para dentro da história. Com uma escrita bem misteriosa, a autora consegue te deixar curioso para saber qual será a trama da vez.

A história tem revezamento de narração entre Leya, Brandon e Joanne – até onde li. Tudo começa quando Leya está em uma praça e presencia uma moça sorrir, e consecutivamente ter a boca costurada por conta do ato por um guarda, que é chamado de Vis. Assim, fazendo Leya se esconder e ir embora, refletindo sobre o porquê ser proibido sorrir.

O quadro muda e quem narra agora é Brandon, um menino de treze anos que não concorda com a atual política e nem com a forma que tratam as mulheres, principalmente as que sorriem. Brandon, não conseguia se ver futuramente agindo como os Vis que ali viviam rondando, e costurando a boca daquelas que usavam o sorriso para seduzir os homens. Quando podia, ele agia de forma contraria, ajudava as Costuradas a fugirem.

Já no capitulo de Joanne, que era uma das moças que Brandon havia ajudado a fugir, está fugindo com a Costurada, o que não é bom, já que ajudar uma Costurada era a pior coisa que alguém poderia fazer. Coisas acontecem e o grito de clemência pela liberdade é calado com um tiro. 


Mas a questão é: Ao ler 14 páginas do livro, o que esperar das outras 198? 

Como Esther anteriormente já pregou uma peça muito bem pregada em seus leitores, quando escreveu A Marcha dos Javalis, creio, que ela não deixará passar batido dessa vez. A história tem conteúdo e promete ter várias reviravoltas, muito sangue, e sorrisos, não, espere...

Joanne é uma personagem forte, e creio que quando se juntar ao Brandon, muitas coisas irão rolar, e espero eu que principalmente as cabeças dos Vermelhos. 

Como PRIMEIRA IMPRESSÃO, tenho a de que a história será avassaladora pois tem um futuro promissor, o que me resta é ler e descobrir se é isso mesmo, além de embarcar nesse suspense distópico.

Mas se você não reservou seu exemplar ainda de É Proibido Sorrir, CLIQUE AQUI e reserve compre em pré-venda, se não conhece ainda o livro A Marcha dos Javalis da autora,CLIQUE AQUI. Fiquem espertos com as próximas publicações, que logo terá a resenha de É Proibido Sorrir, e aí poderemos falar o que achamos. Então, não esqueçam de comentar aqui em baixo o que acharam dessas impressões e de compartilhar com os amiguinhos. Um beijo, e até a próxima postagem!

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Obrigada pela atenção. Assim que possível estarei respondendo :)

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