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Vermelho como o sangue de Salla Simukka

Título: Trilogia da Branca de Neve #1: Vermelho como o Sangue
Autora: Salla Simukka
Editora: Novo Conceito (Livro doado de parceria)
Páginas: 240
Ano de publicação: 2014
ISBN: 9788581635798
   3/5          Skoob
No congelante inverno do Ártico, Lumikki Andersson encontra uma incrível quantidade de notas manchadas de vermelho, ainda úmidas, penduradas para secar no laboratório de fotografia da escola. Cédulas respingadas de sangue. Aos 17 anos, Lumikki vive sozinha, longe de seus pais e do passado que deixou para trás. Em uma conceituada escola de arte, ela se concentra nos estudos, alheia aos flashes, à fofoca e às festinhas dominadas pelos garotos e garotas perfeitos. Depois que se envolve sem querer no caso das cédulas sujas de sangue, Lumikki é arrastada por um turbilhão de eventos. Eventos que se mostram cada vez mais ameaçadores quando as provas apontam para policiais corruptos e para um traficante perigoso, conhecido pela brutalidade com que conduz os seus negócios. Lumikki perde o controle sobre o mundo em que vive e descobre que esteve cega diante das forças que a puxavam para o fundo. Ela descobre também que o tempo está se esgotando. Quando o sangue mancha a neve, talvez seja tarde demais para salvar seus amigos. Ou a si mesma.

O primeiro livro da Trilogia da Branca de Nave, Vermelho como o sangue, tem uma sinopse e um história arrebatadora, porém precárias passagens de período e com o ritmo muito desordenada.

O mistério gira em torno de três jovens que apos muita bebida e drogas encontram uma sacola com muito, muito dinheiro ensanguentado. No auge da diversão, os meninos só pensaram em ficar com o dinheiro e pronto. Não pensaram nas consequências, nem em nada.

Porém a história é contada e tratada por Lumikki, uma menina segura e cheia de tuques que vai ajudar os jovens a desvendar esse mistério. Por mais que a jovem não queira se meter nesses assuntos, ela se vê sem nem perceber nessa mistério de trama envolvente.

Contraditório! Essa foi a primeira palavra que me veio a mente quando vi Limukki entrar de cabeça no enredo dos meninos riquinhos que fizerem besteira. Fiquei muito irritada quando vi que a adolescente simplesmente resolveu seguir os meninos para saber mais sobe o mistério por curiosidade infantil.

Logo ela que se mostrava tão adulta e tão cheia de si. Que falava e repetia que não tem interesse em se meter em confusão e gosta mesmo é de ser invisível. Me irritei do começo ao fim com essa questão. Odeio livos/personagens que mostrar uma proposta e na verdade contam outra pelo simples fato de "vender mais essa" ou "Assim fica mais interessante, vamos trocar agora sem nem pensar!".

Apesar de um bom enredo e uma ótima ideia, o livro se perde em passagens nada bem formuladas. A pior, ao meu ver, foi a tentatível sem sucesso da autora de introduzir uma romance justificativo ao passado de Lumikki. Sem nada! Sem "deixa" nenhum para que essa informação venha a acontecer. Uma hora a menina está ajudando os jovens, em outra está na academia sem nenhuma passagem especial falando sobre seu passado.

Acabei com o livro, mas agora vem a parte boa. Como disse a história é excepcional e muito, muito boa mesmo. Odeio falar mal de um livro, mas juro que tentei compreendê-lo e ai vai minha conclusão: A autora quis mostrar que a curiosidade é algo crucial e que, por conta dela, você terá que aguentar certas consequências. Como por exemplo os meninos que pegaram a sacola e não pensaram no depois e acabaram se metendo numa grande furada ou Lumiki que acabou indo atrás de uma pessoa porque viu algo estranho acontecer e se complicou também.

Apesar de algo contraditório o final dá uma boa chamada para o próximo livro que, agora sem muitos problemas dos citados acima (afinal Lumikki já esta metida de cabeça na história..), deve ter um conteúdo ainda melhor e mais explosivo. 



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